...essa parte sempre me foi uma icógnita!
"O que fazer quando a porta se abrir?", pensei.
Imaginava todo o resto, o meio, o fim, mas nunca esse começo.
Aliás, tenho esse defeito. Não sei começar bem as coisas, não consigo realizar dinâmicamente essa tarefa.
O primeiro passo depende de tanta coisa, afinal...
Depende se haverá pessoas ao lado para sustentar as quedas desse possível passo, se haverá buracos, flores, pedras no meio do caminho como as de Drummond.
De fato, é um acontecimento prévio de outros, de modo a ser bem articulado e estruturado.
Se eu falhar logo de cara posso direcionar esse meu erro daqui pra frente em outras situações, como um arquiteto que projeta bem a base de suas obras e teme que elas desabem - mas isso você sabe muito bem!
O engraçado é que a forma de temer esse fato, o do primeiro passo, foi justamente a vontade que me deu de executar os "planos A e B".
Acredito que pelo reflexos dessa soma - de primeiros passos e bases feitas de forma errada.
E já começo logo dizendo que, nenhum passo dado é passo em vão!
Ora, fazem parte de minha jornada, merecem respeito, merecem uma análise pobre feita por uma estudante mediana de Psicologia.
Se me permite gostaria de falar sobre eles: os passos!
Mas, antes de dar esse passo importante na leitura, vá tomar uma água, respirar um pouco!
Os próximos passos que as palavras tomarão nem eu mesma sei...elas parecem agitadas dentro de mim, querendo falar, e falar...
Mas, precisamos de um tempo para refletir e respirar um pouco. Então, vá até a janela, olhe que dia lindo e esqueça o que já lêu...Depois, volte!
Eu estarei aqui!
Ps: Pensa em mim!
domingo, 22 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
...you will go!"
Sabe uma coisa legal daquelas pessoas que não gostam de se envolver com ninguem? Como é o nome...? Elas vivem só, nos altos das montanhas, com cabelo desgranhado e sem vontade pra escovar os dentes? Nômades? Ah, não vou forçar a minha mente contubarda para isso...Mas, elas deveriam ser chamadas de sábias, isso, sábias, gênios!
Pra que se apaixonar, se envolver com alguém? Pra que?
Você, sozinho, não se basta? Mas não, nós fazemos isso ao contrário. Nós vamos lá e tchum, nos apaixonamos, não estamos nem aí! Construimos seres angelicais e sublimes, verdadeiros heróis de história de quadrinhos. Pessoas que vão nos dar a mais pura e doce sensação de ser amado, de ser querido, de ser especial...
Mas, até quando? Até quando o "pra sempre" deixar de existir? Quando "o anel que tu me destes" virar vidro e se quebrar? Até quando a palavra "Adeus" for posta a tona?
Adeus, hasta luego, breack off...!
E aquele ser que antes era um herói vira monstro, vira sombra nas imagens que uma-a-uma vão se extirpando, vão sumindo do lado "Iupi, eu sou feliz!" de seu cérebro.
Tudo isso porque você foi bobão demais em acreditar que ia ser pra sempre. Até as mancadas. Até os vai-e-vens que deveriam ser pra sempre.
Agora, acabou!
É como você estivesse escrito um livro durante anos e o final chega-lhe imposto; é a hora de deixar de lado todo o papel borrado, todo canto escrito, toda página rasgada, toda memória das músicas (ou suas tentativas de existirem), de sonhos cumpridos em solos separados, de noites chuvosas no verão, de pôr-do-sol que foi compartilhado dia após dia, durantes anos, durante as mudanças no corpo, na alma, na mente, na história construida.
É hora de por capa de coro vermelho, com letras petras em negrito dizendo: "Wherever...
Torcendo que por fim alguém leia e faça-se real tudo aquilo que foi vivido, tudo o que foi intenso nas mais diversas variações sentimentais que alguém em tamanha trajetória de vida poderia imaginar percorrer.
E quando a palavra lida tornar-se real, que a história ganhe força, se unifique, vá atrás de cada parte que a distância hoje divide para ser contada na eternidade como um amor que foi herói e foi bandido, foi inimigo e foi amigo, foi pra sempre meu!
E as cortinas se fecham aqui...fim!
Pra que se apaixonar, se envolver com alguém? Pra que?
Você, sozinho, não se basta? Mas não, nós fazemos isso ao contrário. Nós vamos lá e tchum, nos apaixonamos, não estamos nem aí! Construimos seres angelicais e sublimes, verdadeiros heróis de história de quadrinhos. Pessoas que vão nos dar a mais pura e doce sensação de ser amado, de ser querido, de ser especial...
Mas, até quando? Até quando o "pra sempre" deixar de existir? Quando "o anel que tu me destes" virar vidro e se quebrar? Até quando a palavra "Adeus" for posta a tona?
Adeus, hasta luego, breack off...!
E aquele ser que antes era um herói vira monstro, vira sombra nas imagens que uma-a-uma vão se extirpando, vão sumindo do lado "Iupi, eu sou feliz!" de seu cérebro.
Tudo isso porque você foi bobão demais em acreditar que ia ser pra sempre. Até as mancadas. Até os vai-e-vens que deveriam ser pra sempre.
Agora, acabou!
É como você estivesse escrito um livro durante anos e o final chega-lhe imposto; é a hora de deixar de lado todo o papel borrado, todo canto escrito, toda página rasgada, toda memória das músicas (ou suas tentativas de existirem), de sonhos cumpridos em solos separados, de noites chuvosas no verão, de pôr-do-sol que foi compartilhado dia após dia, durantes anos, durante as mudanças no corpo, na alma, na mente, na história construida.
É hora de por capa de coro vermelho, com letras petras em negrito dizendo: "Wherever...
Torcendo que por fim alguém leia e faça-se real tudo aquilo que foi vivido, tudo o que foi intenso nas mais diversas variações sentimentais que alguém em tamanha trajetória de vida poderia imaginar percorrer.
E quando a palavra lida tornar-se real, que a história ganhe força, se unifique, vá atrás de cada parte que a distância hoje divide para ser contada na eternidade como um amor que foi herói e foi bandido, foi inimigo e foi amigo, foi pra sempre meu!
E as cortinas se fecham aqui...fim!
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Decifra-me
- plira
- Recife, PE, Brazil
- Pois que reinaugurando essa criança pensam os homens reinaugurar a sua vida e começar novo caderno, fresco como o pão do dia; pois que nestes dias a aventura parece em ponto de vôo, e parece que vão enfim poder explodir suas sementes. João Cabral de Melo Neto